Casos

Carlos, 29 anos, dor no pescoço

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O Carlos tem um trabalho de escritório há 5 anos e passa o dia sentado ao computador. Desde que começou a trabalhar, começou a sofrer de dor nas costas e no pescoço, que tem vindo a agravar-se com os anos. Já recorreu a outros profissionais no passado, embora tenha melhorado, nunca voltou a um estado normal.

Na primeira sessão, o Carlos queixava-se de dor no pescoço. Avaliei-o e, apesar da dor estar no pescoço, a zona disfuncional era a articulação sacro-ilíaca. Reestabeleci portanto o equilíbrio da articulação e libertei alguma tensão muscular nas cervicais.

O Carlos voltou quinze dias depois para a segunda sessão. Indicou que não tinha tido dor nenhuma. O resultado da avaliação foi igual à primeira sessão e repeti o tratamento.

Na terceira sessão, duas semanas mais tarde, o Carlos continuava sem dor. A avaliação revelou que o seu o corpo tinha mantido um bom alinhamento e equilíbrio desde a sessão anterior.

O Carlos voltou um mês depois. Tinha sentido-se bem até uma semana antes da sessão. O pescoço tinha voltado a doer após ter praticado desporto náutico. A avaliação apontou para o mesmo problema do que na primeira e segunda sessão. Reequilibrei a articulação sacro-ilíaca bem como libertei as tensões musculares a volta da coluna vertebral e o Carlos ficou livre de dor. Quando falámos três meses depois, continuava a sentir-se bem.


Mário, 64 anos, dor lombar

O Mário tinha dores nas lombares há 8 anos. A dor irradiava para os restos das costas. Nos últimos tempos, andava a sentir a dor todos os dias. Também se queixava de falta de mobilidade do pescoço.

Após a primeira sessão, o Mário usou as seguintes palavras: “tenho outro pescoço, mais móvel e mais leve”. Não sentiu uma grande diferença na lombar, a dor estava ainda presente mas mais concentrada. Após a segunda sessão, sentiu francas melhorias nas costas e ficou sem dor após uma terceira sessão.


Paula, 37 anos, dor nas costas e ciática

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A Paula queixava-se de dor de costas desde a adolescência. Quando veio ao meu gabinete, estava com uma dor ciática e sentia uma grande tensão entre o ombro e a zona lombar.

A avaliação inicial revelou um desequilíbrio da articulação sacro-ilíaca. Para reequilibrá-la, realizei um trabalho de estimulação de ligamentos com ligação ao sacro, cóccix e bacia. Ao reavaliar a Paula apareceu uma segunda disfunção ao nível dos ossos do crânio. Libertar o músculo pterigoideo lateral permitiu corrigir a disfunção.

Na segunda sessão, uma semana depois, a Paula mostrou-se muito satisfeita e reportou uma grande melhoria dos sintomas. A avaliação mostrou resultados idênticos aos da primeira sessão e realizei portanto o mesmo trabalho.

A Paula começou nessa altura a trabalhar fora do país, tivemos portanto de espaçar mais as sessões. Realizámos a terceira sessão três semanas depois e a Paula continuou a reportar melhorias. A avaliação nesta sessão apenas revelou uma disfunção ao nível dos ossos do crânio. Libertei novamente o músculo pterigóideo lateral e o corpo da Paula voltou ao equilíbrio.

Duas semanas depois, a Paula apenas reportou pequenas tensões. Como a avaliação se revelou igual à da semana passada, repeti o tratamento.

Na quinta sessão, duas semanas mais tarde, a Paula indicou que se tinha sentido globalmente bem. Tinha sentido apenas alguns desconfortos ligeiros e temporários. O corpo dela estava equilibrado e alinhado. Realizei então um trabalho de libertação das pequenas tensões musculares à volta da coluna vertebral e do crânio.

Um mês depois, a Paula indicou que os sintomas descritos na primeira sessão tinham desaparecido completamente. O corpo dela continuava com o bom alinhamento da sessão anterior.


João, 33 anos, dor no trapézio e no pescoço 

O João “deu um jeito” no trapézio direito quatro anos antes e desde então continuou a doer. Dois anos anteriormente teve um acidente de carro que fez com que ficasse com uma dor do trapézio até a parte superior das cervicais. Recorreu à acupuntura e à fisioterapia, melhorou mas nunca deixou de doer.

Após quatro sessões, o António ficou sem dores. Durante as quatro sessões, trabalhámos obviamente os músculos do pescoço, mas também a zona lombar e a articulação sacro-ilíaca. Ao longo das sessões, o António reportou sempre melhorias progressivas até a dor desaparecer.


António, 45 anos, dor lombar

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O António sofria de crises recorrentes de dor lombar desde a adolescência. Durante as crises tinha de ficar em repouso. Fora das crises sentia uma tensão constante e pouca flexibilidade.

Quando vi o António pela primeira vez, tinha tido uma crise na semana anterior. Já se sentia melhor mas ainda estava muito limitado com muita rigidez nas costas. Na primeira sessão, trabalhei nos ligamentos do sacro e libertei a tensão muscular no pescoço para reequilibrar o corpo e realinhar a coluna vertebral do António.

Quando veio para a segunda sessão na semana seguinte, o António contou-me que nos dois dias a seguir à primeira sessão a dor tinha piorado mas que depois se tinha sentido bem. Já não sentia dor, apenas uma limitação subtil nas lombares. Voltei a tratar o sacro e o pescoço. Adicionalmente manipulei alguns músculos para reequilibrar os ossos do crânio.

Vi novamente o António duas semanas depois. Estava espantado, tinha ganho muita mobilidade adicional. A avaliação que realizei ao António apontou para as mesmas disfunções do que na sessão anterior e portanto repetimos a sessão anterior.

O António voltou um mês depois e reportou que continuava a sentir-se bem.


Matilde, 6 anos, dores de crescimento

A Matilde acordava todas as noites a chorar por causa de dores intensas nas pernas. Fizemos uma sessão durante a qual foram equilibrados a articulação sacro-ilíaca, as cervicais e o crânio através de libertação muscular nas respectivas zonas. Este trabalho permitiu que a Matilde não tenha voltado a experenciar as dores nocturnas.


Patrícia, 40 anos, dor no joelho e na região lombar, rigidez no pescoço

A Patrícia é uma antiga bailarina. Sentia um peso permanente na região lombar e uma rigidez nos trapézios há anos. Adicionalmente, doía-lhe o joelho sempre que o flexionava muito. A avaliação inicial mostrou desequilíbrios na zona cervical e craniana, bem como na bacia. Trabalhei então para corrigir estes desequilíbrios e no final da sessão a Patrícia reportou que já se sentia muito melhor.

Vi a Patrícia na semana seguinte. As costas estavam um pouco melhor e o joelho e os trapézios tinham melhorado consideravelmente. A avaliação apresentou resultados idênticos aos da primeira sessão. Realizei portanto um tratamento semelhante ao da semana precedente, libertando as tensões musculares que impediam o bom equilíbrio do corpo.

Quando a Patrícia veio para a terceira sessão, contou-me que se sentia muito bem e que apenas sentia pequenas limitações. Nesta sessão, relaxar músculos do pescoço e do crânio foi suficiente para reestabelecer o equilíbrio do corpo da Patrícia.

No início das duas sessões seguintes, a Patrícia informou-me que estava melhor mas que ainda sentia algumas tensões ligeiras. Após a quinta sessão, a Patrícia ficou finalmente sem queixa nenhuma.


Maria, 35 anos, dor entre as omoplatas

A Maria teve uma crise de dores, era como se tivesse um pedaço de madeira entre as omoplatas, estava bloqueada na área. Tinha imensa dificuldade em levantar os braços e andava com as costas muito rígidas. 

Trabalhei à volta da coluna vertebral e do crânio, libertando as tensões musculares que criavam disfunções no corpo. No final da sessão, a Maria estava um pouco aliviada mas ainda muito limitada.

A Maria voltou oito dias depois e reportou que já se sentia bem. Reforçámos então o tratamento da primeira sessão.


Rui, 54 anos, dor no gémeo e no pescoço

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O Rui é um antigo futebolista que me procurou por causa de uma dor no gémeo que já tinha com recorrência há anos. Nas semanas anteriores a dor tinha aparecido sempre que corria.

Avaliei-o e ficou óbvio que alguma disfunção na área do pescoço e do crânio era responsável pelo desequilíbrio do resto do corpo e da coluna vertebral. A dor no gémeo era de facto uma dor de compensação. Muito frequentemente, a dor é provocada por uma disfunção noutra parte do corpo.

Após alguns movimentos e alguma palpação, identifiquei a disfunção principal num músculo ligado à mandíbula, o pterigóideo lateral. Este músculo é de extrema relevância para o alinhamento da coluna e do corpo por ter a sua origem num dos ossos do crânio, o osso esfenóide. Depois de libertar a tensão no músculo, o corpo do Rui recuperou o equilíbrio.

Na semana seguinte, o Rui não tinha corrido e não tinha tido dor no gêmeo. A avaliação revelou o mesmo desequilíbrio do que na semana passada. Repeti o tratamento da primeira sessão e realizei um trabalho local no gémeo.

O Rui voltou duas semanas depois, tinha corrido três vezes e não tinha sentido qualquer dor no gémeo. No entanto, tinha ficado com o pescoço bloqueado 3 dias antes. Trabalhei especificamente o pescoço e novamente o pterigóideo lateral conforme indicado pela avaliação realizada no início da sessão.

Um mês depois, o Rui continuava sem dor no gémeo e indicou que o pescoço tinha tido uma melhoria rápida. Também reportou que tinha tido uma recuperação muito mais rápida da corrida que tinha efectuado no dia da sessão anterior.


Martim, 6 anos, dores de costas

O Martim andava há uma semana com dores de costas. Trabalhámos na zona da bacia, do pescoço e do crânio para reequilibrar o corpo e libertar as tensões. No final da sessão, o Martim já estava sem dor.


Marta, 17 anos, dor no tornozelo e nas costas

A Marta queixava-se de dores no tornozelo depois de correr. Tinha tido um entorse um ano antes e não tinha recuperado completamente. Também sofria de dor de costas ocasionalmente durante as aulas. 

Durante a primeira sessão, a missão principal foi relaxar o músculo pterigóideo lateral na zona da mandíbula, pois a avaliação inicial indicou que este músculo era responsável pelo desalinhamento da coluna vertebral. Posteriormente realizei um trabalho específico no tornozelo.

Quando a Marta voltou para a segunda sessão, uma semana depois, indicou que não tinha tido dor nenhuma durante a semana. Também mantinha o bom alinhamento da coluna vertebral. Repeti o trabalho feito na primeira sessão para reforçar o efeito.


Cláudia, 47 anos, dor de cabeça e no pescoço

A Cláudia tinha dores de cabeça e no pescoço há 1 ano e meio. Após uma sessão acabaram as dores de cabeça. O pescoço melhorou gradualmente e ficou sem sintomas após 10 sessões.


Cristina, 51 anos, dor no ombro e no pescoço

A Cristina procurou-me para tratar dores fortes no ombro e no braço direito. Não conseguia movimentar de todo o braço. A primeira sessão foi desafiante, pois a dor não permitia que ela se deitasse na marquesa. Apesar da dor estar no ombro e no braço, a avaliação que realizei indicou uma disfunção ao nível da zona cervical. Concentrei então o tratamento nesta área.

Cinco dias depois, a Cristina reportou uma grande melhoria: tinha muito menos dor, conseguia novamente movimentar o braço e segurar objetos. Voltei então a trabalhar principalmente a zona cervical.

Na sessão seguinte, passada uma semana, a Cristina indicou que o ombro e o braço já tinham recuperado 80% das suas capacidades. No entanto, tinham aparecido dores na zona do pescoço. A avaliação voltou a apontar para a zona cervical mas também indicou uma disfunção na zona sacro-ilíaca. Ao aprofundar a avaliação identifiquei um desvio lateral do cóccix. Quando lhe perguntei, a Cristina lembrou-se que tinha tido uma queda alguns meses antes. A sessão foi então dirigida para as duas áreas e o cóccix voltou ao alinhamento.

A Cristina continuou a reportar melhorias. Após a sessão seguinte, já não apresentava desvio ao nível do cóccix e as dores acabaram por desaparecer por completo após a quinta sessão.


Paulo, 35 anos, dor no ombro

O Paulo tinha dor e falta de mobilidade no ombro direito. Realizei um trabalho de reequilíbrio da coluna vertebral e uma intervenção específica de libertação dos músculos do ombro. Ficou sem dor e com mobilidade completa após 3 sessões.


Francisca, 66 anos, dor no pé

A Francisca sentia dor no pé direito há um ano. Doía logo quando se levantava da cama e sempre que começava a andar ou que andava muito. Infelizmente a fisioterapia não tinha ajudado muito.

Ao longo das sessões, trabalhei para corrigir disfunções ao nível da articulação sacro-ilíaca, do pescoço e do crânio. Estas disfunções impediam o pé de curar. Um trabalho de libertação das tensões musculares e de estimulação dos ligamentos fez com que se reestabelecesse o equilíbrio do corpo da Francisca. Em paralelo, apliquei movimentos no membro inferior e no pé.

Necessitámos de oito sessões para que a Francisca ficasse sem dor. As três primeiras sessões tiveram por resultado uma melhoria gradual. A partir da quarta sessão a evolução da dor deixou de ser linear. Melhorava e depois piorava mas nunca voltando a ser mais intensa do que anteriormente. Após a sexta sessão, tínhamos conseguido uma grande melhoria e a partir daí a intensidade da dor deixou de ser volátil. Quando a Francisca apareceu na oitava sessão, reportou que o pé só doía quando ficava muito tempo em pé. A dor desapareceu por completo após a sessão.